Agente passa a vida acreditando em todas as histórias de amor, passamos a vida nos permitindo amar e aproveitando cada segundo, muitas vezes corri atraz de quem amava para não disperdiçar o momento, muitas vezes perdoei quem amava pois o amor supera tudo, muitas vezes chorei por quem amava e pra quê? ... pra nada ... A vida é um grande jogo e normalmente quem é romântico sempre acaba chorando.
E por isso aquela minha velha frase: "... e o amor talvez seja coisa que o poeta inventou"
M.Chavante
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Engano
Pouco me importa se o amor existe ou é ilusão! Não me culparei se fui eu quem fechou a porta que tu um dia abriste em vão.
Também não me lembrarei do meu grande engano: Acreditar em amor eterno, em sentimentos utópicos e impossíveis que eu criei.
Sepulto agora esse amor imaginado _ por mim inventado e que hoje, é apenas passado!...
Ginna Gaiotti
terça-feira, 1 de setembro de 2009
E este futuro que nunca chega... nossos planos... Sonhos que eu vejo cada dia mais distante. O silêncio atrofia nossas palavras. Nossas lágrimas secaram... O tempo, a distância, acabaram gerando em nós uma certa nostalgia. Já nem sei se o teu olhar é para mim... E este silêncio, o medo das palavras. Dúvidas, incertezas e a espera por algo que nunca vém. Acho que nos perdemos no caminho. Se é que houve um caminho... para nós.
Márcia Chavante 31.03.09
Minha cabeça arde, é um vulcão pronto à estourar. Será que aguento tanta coisa junta? Tantas coisas acumuladas, importantes, não importantes, Coisas inúteis, amores mofados, envelhecidos. E o meu coração mudo, apreensivo, aguardando a sua vez... A miha cabeça carrega o pêso de tudo o que eu não fiz, Talvez por falta de oportunidade ou até mesmo de compreensão Minha cabeça estourada vive querendo deixar de viver Por causa do pêso das verdades inúteis... Que não deram felicidade nem pra quem as criou.
Fenômeno do Amor
O amor é como o mar Convidativo, envolvente Às vezes vem devagar Remando contra a corrente As vezes, por muitas vezes Deságua dentro da gente
O amor é como o vento Pairando sobre a cidade Às vezes brisa serena Soprando ao cair da tarde Às vezes, por muitas vezes Inconstante tempestade
O amor é como a terra Guardando o grão prometido Às vezes se desespera Quer ver o fruto crescido Às vezes, por muitas vezes Morre sem ter florescido.
Eu admiro o que me faz voltar...
Pra ver a vida como eu sempre quis,
Minhas verdades ninguém vai mudar,
Nem apagar o que foi feito aqui...
Hoje eu sou o que restou da dor,
Da minha dor não posso me esconder
Mas que a verdade seja dita agora...
Eu mudei por você,
mas não quis sofrer
Por ser tão real pra mim
Vou e aprendo a viver e num segundo perder
O medo de ser quem eu sou...